domingo, 31 de julho de 2011

Sonhos...

Ultimamente estou tendo alguns sonhos, diferentes em sua composição, mas sempre com a mesma temática, o fim do mundo. Estou pesquisando em alguns sites o significado, mas geralmente indicam indícios de uma nova fase. E isso reflete meu momento atual, há mais ou menos dois meses resolvi mudar em alguns aspectos, e isso tem me proporcionado resultados positivos. Não quero minha vida igual a tudo e a todos.                                                                                                                                                    

segunda-feira, 20 de junho de 2011

...


Se você soubesse como aquele raio de luz que iluminava seu rosto te fazia tão bem.
Teu sorriso iluminava os pontos negros daquele quarto.
Eu poderia ficar quieta e somente te observar, e ainda assim estaria bem.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Um dia a menos sem você.

Do meu quarto, no colchão eu podia observar a lua. Era cheia, clara, límpida.
Por sua luz  intermediaria eu podia visualizar poucas partes do meu corpo. Sim, eu tinha um corpo!
Mas naquele momento eu não sentia nada, estava anestesiada pelas questões da vida, pela noite um tanto sombria. Sentia-me apenas como energia. Embora pouca e quase escassa.
Chorava as dores da alma, buscava você incessantemente.

Onde você está? Em outros braços, chorando suas dores, rasgando sua alma?
Ame, chore, sorria, se quebre, se rasgue... Morra se puder! Uma, duas, três vezes.
Qualquer prova que passares é válida. Desde que me reconheça quando nossos olhos se encontrarem.
É isso que ainda me faz enxugar as lágrimas, dormir e esperar por um novo dia.
Menos um dia até sua chegada.

..."No fundo da alma há solidão
E um frio que suplica um aconchego"...

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Torpe.

E passei toda a noite daquela fatídica data sentada, pensando, lamentando as mesmas coisas que eu já estava cansada de saber. Não sabia mais o que fazer naquelas últimas horas, lamentar, socializar com as amigas? Tudo e qualquer possibilidade de aliviar a dor naquele momento pareciam em vão. Nada me era certo, salvo.
E de uma maneira inesperada como chuva de final da tarde  você veio. Brilhante como uma estrela cadente, e igualmente tão rápida como ela.
Não sorri, não desfrutei tua presença. A sensação de vazio que ficou depois de tua partida me privava de qualquer racionalidade.


"Nada do que fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra tua boca
E, mesmo que eu te me perca,
Nunca mais serei aquela que se fez seca
Vendo a vida passar pela janela"

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ofereces a face esquerda e... tome porrada!

Passei grande parte da minha vida me punindo por certa conduta, aprendi na escola que o certo é revidar quando um amiguinho te faz mal.
Minhas amiguinhas sempre me encorajavam a não deixar barato, ir tomar satisfação, e eu ia! Afinal, não queria ser excluída da mini-panelinha. Ia morrendo se tremendo, diga-se de passagem, no entanto, o medo maior era de ficar taxada como covarde pela galerinha do primário. Chegava cheia de razão e... Travava. Mal conseguia pronunciar as palavras, a voz embargava, os olhos marejavam, e eu ia embora, isso aconteceu por algumas vezes. Droga, não queria ser assim!

Depois de fugir inúmeras vezes pelo portão do fundo e fingir que estava doente pra não ir à escola, aprendi sozinha (minha família nunca foi de conselhos) que se ficasse quieta, e simplesmente saísse elas paravam. Não tem graça você zuar com alguém que não liga.

Durante a minha adolescência não consegui virar as costas todas às vezes. Certas coisas aconteciam e eu precisava revidar. Essa coisa de gritar mais alto com quem gritou com você, humilhar mais ainda quem te humilhou. O curioso é que depois que você faz isso, ainda vem gente encher teu ego dizendo que você fez o certo, que fulano ‘levou bem na cara “...

O chato é que ao voltar pra casa a consciência me matava, foi em um desses momentos de auto análise que percebi que acabava me sentindo mais humilhada, afinal, cultivava a inimizade, era tão mais fácil quando virava
as costas no primário e as pessoas logo me esqueciam.

Aos poucos fui voltando e relevando várias ofensas (e como foi difícil), muita coisa aconteceu nesse meio tempo, peguei fama de “sangue de barata”, de ser uma pessoa boba. E com o tempo, por incrível que pareça já me veio pessoas que elogiaram meu jeito de agir nessas situações.

Fala sério, não se paga o mal com o mal, isso não é ser covarde, ou qualquer outra derivação desse nome, com o tempo aprendi que isso é sabedoria!
Ao estudar a doutrina Espírita tive a oportunidade de aplicar a minha prática a teoria. Segundo a lei Mosaica: “Olho por olho e dente por dente”... Mas Jesus disse: "Não resistais ao que vos fizer mal; mas se alguém te ferir na tua face direita, oferece-lhe também a outra". Ao orgulhoso essa frase não passa de demonstração de covardia, porque ele não compreende que há mais coragem em suportar um insulto, que em se vingar. E isto, sempre, por aquele motivo que não lhe permite enxergar além do presente.

Não se deve levar ao pé da letra e sair apanhando por aí, oferecendo o rosto pra ser esbofeteado! O que ele quis dizer é que não se paga ofensa com ofensa.

“Nem lembro quantas vezes fui ferida e suportei, hoje, não consigo nem lembrar direito as coisas que passei. Mais a injustiça que cometi se faz presente em minha consciência todos os dias. Fico triste quando alguém me ofende, mas, com certeza, eu ficaria mais triste se fosse eu o ofensor... Magoar alguém é terrível!” Chico Xavier

Eu sei o quanto é difícil, no entanto aceitar com humildade e livrar-se do orgulho eleva sua própria alma. A cada novo amanhecer devemos acreditar na justiça divina, que Deus jamais deixa o mal impune, e nos dá força para suportar os golpes desferidos contra nosso amor-próprio. "Olhai para o futuro; quanto mais vos elevardes, pelo pensamento, acima da vida material, menos sereis feridos pelas coisas da Terra" (Allan Kardec).
E quem diria que parar de colar o chiclete no cabelo da coleguinha me seria tão útil.


Thamires Soares

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Em busca do elo perdido.

Tenho observado o grande número de pessoas reunidas em grupos intitulados - Em busca do amor, Procurando o amor, Procura-se uma namorada, etc... Uma infinidade de derivações do mesmo termo. Eu já fiz parte de alguns deles por algum tempo. Deixe-me adiantar que não tive resultados, não encontrei a companheira ideal, alguém descendo de uma bela Ferrari (sim Ferrari, cavalo é brega!).
Perguntei-me ontem, o porquê tanta gente reunida no mesmo lugar procurando, simplesmente não se acha! Seria matematicamente bem fácil!
A - pessoa procurando.
B - pessoa procurando.
(A+B= Pessoas felizes e agradecendo ao mundo por tal feito!)
Cheguei à conclusão que essas pessoas não se encontram porque ambas estão à procura de princesas e príncipes encantados! Oras, em um relacionamento se entra com qualidades e defeitos (às vezes mais defeitos que qualidades) e aprender a superar isso é o que torna tudo muito mais gostoso. Vivemos a era dos amores volúveis, queremos ser felizes no amor, mas não queremos adquirir o ônus.
Será que já paramos pra pensar se temos a oferecer o que tanto pleiteamos? 
Procuramos sempre aquele ‘sonho de consumo’. Mas não podemos mantê-los.
Procuramos principalmente por beleza. Vemos a foto do perfil, se for agradável ao olhos ótimo, se não pula pro próximo.
E além do mais, olhe o que fazemos! É como uma avaliação. Na maioria das vezes, estamos em um computador selecionando ou excluindo pessoas sem lhes dar a oportunidade de defesa. As relações não podem ter itens ou critérios exatos. A base é o dia-a-dia! Vejamos as histórias de amigos que ‘de repente’ se tornaram pessoas atraentes. A paixão por pessoas que não tinha o seu padrão de beleza ou mesmo não combinava em nada.
Temos que parar com essa mania de Alice no País das Maravilhas, parar de fantasiar pessoas perfeitas pra nós. Temos que cuidar de si, saber se somos também tudo aquilo que procuramos. Ver se não estamos procurando coisas que talvez nem existam. E podemos começar olhando para os nossos próprios defeitos e limitações para poder entender e compreender as deficiências do semelhante.
Thamires Soares

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Esperando dar 09:00hrs pra irmos a aula de campo.
Hoje vamos fazer a primeira avaliação de uma área da Ilha do Arapujá em Altamira. O objetivo é a coleta de solos para análise no laboratório, e com isso desenvolver um artigo científico com os resultados e avaliação química.
E além disso sempre acontece umas loucuras fora do normal. Minha turma não bate bem. Do 1º ao 40º...

Vamos lá Engª, tá na hora...
Fui